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Nova matriz, novo recomeço

População de Valença une esforços para construção de nova igreja


Padre Antônio Carlos, pároco da cidade de Valença do Piauí

O padre Antônio Carlos, pároco na cidade de Valença do Piauí , nos concedeu uma entrevista falando sobre a construção da nova Matriz de São Francisco de Assis, obra começou no início desde ano. e tem previsão para terminar em setembro de 2020. O pároco que chegou na cidade em janeiro de 2015, nos afirmou que é a primeira vez que se responsabiliza por um projeto tão grandioso como este, enfatizando ainda a determinação da população valenciana. A cidade fica a 208 km da capital Teresina-PI, é conhecida por ter uma vasta população católica, fator que influenciou positivamente no progresso da construção da nova igreja.

  1. Quando iniciou a construção da nova Matriz de São Francisco de Assis?
    R. A Construção da nova Matriz da cidade teve início em fevereiro deste ano
  2. Quando perceberam que era preciso desfazer a antiga para construir uma nova? E o porquê não só reformar a antiga, ao invés de fazer outra?
    R. Percebemos quando apareceu um problema no teto, uma das linhas quebrou e logo comprometeu todo o teto da antiga matriz. Em conversa com os engenheiros e com os mestres de obra, eles nos falaram que os gastos para uma reforma seria quase os mesmos para construir uma nova, e a estrutura provavelmente não suportaria, então o recomendado foi começar do zero.
  3. Como nós sabemos, na cidade de Valença há duas paróquias, sendo que a Matriz de Nossa Senhora do Ó também está em reforma , e a outra é a Matriz de São Francisco de Assis, que estar em construção agora, então isso não atrapalha a contribuição dos fieis para a construção de uma nova igreja? Visto que é na mesma cidade.
    R. Não tem atrapalhado de maneira alguma, até porque aqui em Valença temos uma diferença muito grande das outras cidades, que é a questão do catolicismo por tradição, ou seja, meus avós foram católicos, meus pais são, consequentemente a família toda é, então todos eles abraçaram a causa, tanto a reforma da Matriz de Nossa Senhora do Ó e Conceição, como a construção da nova matriz de são Francisco de Assis.
  4. Qual foi a sua maior preocupação na realização do projeto?
    R. Foi com relação aos valores, porque o orçamento para a construção da nova igreja Matriz está em torno de meio milhão de reais, e no início nós só tínhamos 94 mil em caixa, então corria o risco de parar a obra por falta de recursos, mas, graças a Deus e aos paroquianos, conseguimos ir frente e está dando tudo certo até agora.
  5. Sabemos que a igreja se mantém através de doações, do dízimo, de eventos religiosos, de ações voluntárias, entre outras. Em relação a isso, existe alguma campanha para a arrecadação de recursos, há outros meios?
    R. Sim, fizemos uma campanha que se chama ‘’Vai e reconstrói a minha igreja’’, fizemos um cartão com duração de um ano, que teve início em julho de 2018 e foi até julho de 2019, então encerrou a campanha e não terminamos a construção, com isso começamos a campanha novamente. Cada um pode colaborar de livre e espontânea vontade com um valor mínimo de 20 reais. O que pesa mesmo é a doação voluntária da comunidade. Com certeza isso tem nos ajudado bastante.
  6. A comunidade estar satisfeita com o projeto?
    R. Sim, estão satisfeitíssimos, o andamento está caminhando bem, estamos tendo u bom progresso, talvez conseguiremos inaugurar a nova Matriz antes mesmo do previsto
  7. Qual a data prevista para o término da construção?
    R. Queremos terminar até setembro de 2020, para que assim, o festejo de São Francisco já possa ser celebrado na nova Matriz de São Francisco de Assis.
  8. Com a finalização do projeto (construção) da nova matriz de São Francisco de Assis, o senhor acredita que vai ter uma presença maior da comunidade, ou seja, uma participação mais ativa por parte dos fiéis?
    R. Sim. Até porque os devotos de são Francisco estão admirados com a construção, e já recebemos vários elogios em relação ao andamento do projeto, já que começamos com poucos recursos, mesmo assim conseguimos avançar bastante. Então teremos mais espaço para realizarmos nossas atividades pastorais, um ambiente mais agradável para que os fiéis se sintam confortáveis e acolhidos.

Maria Dagmar da Silva, acadêmica do primeiro período do curso de Jornalismo

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